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Marcos Moraes

Em Goiás também há Luta Olímpica

A luta Olímpica ou o Wrestling, esporte de luta mais antigo do mundo, é dividido em três estilos: greco-romano, livre masculino e luta feminina. O objetivo comum é imobilizar o oponente com as costas voltadas para o solo ou alcançar o maior número de pontos ao final de dois rounds de 3 minutos cada.

O estado de Goiás já foi referência na Luta Olímpica brasileira, possuindo atletas promissores e condecorados. Entretanto, divergências administrativas e políticas na Federação fizeram com que o esporte retrocedesse. Vários atletas de ponta abandonaram-no ou tiveram de buscar outros grandes centros para treinar como São Paulo ou Rio de Janeiro.

Foto: Marcos Moraes

Locais de treinamento estão no Campus Samambaia da UFG e no Setor Aeroporto

Segundo Keila Cristiana, atleta da seleção brasileira de Luta Olímpica e presidente da Federação Goiana de Wrestling (FGW), a nova gestão busca incentivar a prática em todos os âmbitos desde a base. Seja pela prática amadora, que almeja apenas objetivos recreativos e de saúde, ou pelo exercício em nível de alto rendimento, a ideia é dar oportunidade a todos os interessados. Keila afirmou ainda que o período de reestruturação passou e o apoio na esfera estadual voltou, o que tem feito grande diferença.

Foto: //Reprodução

O esporte como agente transformador

Todo esporte tem poder de mudar uma realidade social. A FGW também empreendeu esforços a fim de apoiar projetos sociais de iniciação esportiva em Luta Olímpica em três municípios goianos: Senador Canedo, Trindade e Porangatu.

Também iniciou nesse ano uma parceria com o Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação da Universidade Federal de Goiás (Cepae/UFG), pela qual a Federação vai ceder seus dois técnicos cubanos com reconhecidos resultados internacionais para promover a iniciação esportiva de base para os alunos do Cepae.

 

Atualmente, existe uma média de 150 praticantes de Luta Olímpica em Goiás, em todas faixas etárias, com enfoque principal na formação de base e na transformação social, ressaltou a presidente Keila Cristiana.

Foto: //Reprodução

Superando desafios

 

A presidente da FGW afirmou ainda que ser mulher realmente tem sido um desafio diário em um meio antes tão masculino. “Enfrentei obstáculos para provar que com competência, profissionalismo e seriedade uma mulher pode ocupar o espaço que desejar. Isso tem sido nosso diferencial e tem aberto portas à modalidade”.

 

A atleta ressaltou que o grande desafio é divulgar mais a modalidade no Estado e dar mais visibilidade aos atletas e praticantes, a fim de também conseguir apoio em âmbito privado. “Percebemos que são questões complexas e que dependem de uma mudança cultural em relação ao esporte olímpico em Goiás”, afirmou Keila.

ONDE TREINAR

Universidade Federal de Goiás

Faculdade de Educação Física

Rodovia Goiânia – Nerópolis, KM-12, Campus Samambaia.

Tel. (062) 3521-1085

Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação
Universidade Federal de Goiás - Avenida Esperança, s/n – Campus Universitário,
Tel. (062) 3521-1026

Academia Fernando Boi

Av. Independência, 6085 - Setor Aeroporto

Tel. (62) 98417-1055

 

Fonte: http://cbw.org.br/go/

Produção de Texto Jornalístico

 

CURSO DE JORNALISMO

© 2016 por Elisama Ximenes, Nilton Rocha e Vinicius Pontes

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